DULCE, PERO NO SIEMPRE. MALAGUETA, PERO NO MUCHO.
Nesse espaço não há água insípida. Aqui o texto é potável. Há açúcar e pimenta, entre um gole e outro de palavra. O sujeito e o verbo reverberam e brincam de gangorra. É vivo. Colorido. Múltiplo. É uma dose de jornalês, inventividade y muchas cositas más! Fique à vontade!
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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

"Quem ama NÃO sente ciúmes''

*Também  li o texto a seguir no Nem Lolita Nem Balzaca e resolvi compartilhar aqui no Dulce, em razão do seu teor polêmico. Haha! Quem escreve é do jornalista Diego Adami, do blog Tela Plana.  Acompanhem:

Todo mundo vive falando que amor e paixão são coisas completamente diferentes, não é?  A diferença entre os dois sentimentos, e como o cérebro processa cada um deles, é o tema da palestra do médico Martin Portner no encontro de hoje do Café Filosófico RGE, em Caxias. De acordo com o especialista em neurologia, é bem simples distinguir. Para o cérebro, a paixão vem acompanhada de muitos sintomas físicos:

- Imagina uma pessoa pensando no ser amado, que não pode estar presente. Tem aumento dos batimentos do coração, as mãos frias, uma preocupação excessiva. Isso não existe no sentimento do amor - explica o médico.

A explicação baseia-se num estudo da antropóloga norte-americana Helen Fischer, autora do livro Why We Love (Por que Amamos). Segundo ela, quando estamos apaixonados é como se ficássemos um pouco doentes. Já o amor seria um estágio mais avançado, algo como uma recuperação da doença.

É por isso que Portner não concorda com a afirmação de que ''quem ama sente ciúmes''.

- Quem se apaixona sente ciúmes e junto da paixão tem um sentimento de posse. O amor abre mão disso. Se não abrir, ainda não é amor. Amor é mais a questão da individualidade, respeitar o espaço do outro. O amor que você ganha é do mesmo tamanho que você dá.

E, segundo o especialista, é possível amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo. Dá pra acreditar?

- O amor é um sentimento que é um guarda-chuva e debaixo dele cabe muita gente. É perfeitamente possível que se ame mais de um parceiro. O que muda são as características da relação. Eu posso amar uma porque é mais simpática, outra por ser bonita e ter atrativos físicos, outra por causa do sexo. E não quer dizer que eu ame uma mais do que outra. Há apenas uma mudança nas cores de cada uma - afirma o especialista, que, aos 56 anos, está no quarto casamento.

Hum... tá. Sei não, hein! 

E vocês, leitorinhos? O que acham?

Sutiãs de pin-up

Li no Nem Lolita Nem Balzaca que a onda - pelo menos em parte da Europa - são os sutiãs pontudos, aqueles das pin-ups, lembra?

Pra quem não lembra, basta imaginar alguma imagem de Marilyn Monroe, que eternizou esse tipo de lingerie. Ou em Madonna arrasando nos anos 1980 com um sutiã cônico desenhado por Jean Paul Gaultier.

Segundo essa matéria do Daily Mail, ele está voltando à moda, movido pela vontade de celebrar as curvas femininas. E também contrapõe-se ao padrão de modelos magérrimas da passarelas, aproximando-se de mulheres ''de verdade'' como Dita Von Teese.

Hum... Não sei se essa moda vai pegar por aqui... meio esquisitinho não é não?!

Se bem que, é fatoooo, que uma boa lingerie faz toda a diferença né. 

"Made of Honor"


Outro dia, o Gu e eu assistimos ao filme do cartaz aqui de cima. E adoramos! É bem divertido. Queridinho. Ah, e com uma trilha óteeema!

Por isso, querido amigo leitorinho, no aconchego do seu lar, coloque este filme no DVD, chame aquela pessoa especial, prepare algo gostosin para vocês beliscarem enquanto assistem e pronto: simplesmente aperte o play!

- Ohnn, Bill!
- Oh, Monica!

É o seguinte: Para Tom (Patrick Dempsey), a vida é boa: ele é sexy, bem sucedido, tem muita sorte com as mulheres e sabe que sempre pode contar com Hannah (Michelle Monaghan), sua encantadora melhor amiga, e única presença constante em sua vida. É a combinação perfeita, até que Hannah parte numa viagem de seis semanas, a negócios, para a Escócia... e Tom fica perplexo ao perceber como sua vida ficou vazia sem ela. Ele decide pedir Hannah em casamento assim que ela chegar - mas se frustra ao descobrir que ela ficou noiva de um belo e rico escocês, e planeja viver seu amor no exterior. Quando Hannah convida Tom para ser "sua dama de honra", ele aceita o papel, relutante, mas apenas para tentar persuadir Hannah e impedir o casamento, antes que seja tarde demais.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Uh, uh, xalá lá [Aline]



E daí que, quando eu era pequena, sempre quis que nas novelas da Globo tivesse uma protagonista chamada Aline. Bah, eu supeeeer queria! Coisa de criança isso, mas né. Queria identificação mesmo.

Mas nunca tinha.
:(

E então que, agora que tenho 1,70m, se basearam nos quadrinhos - já comentei isso aqui - e lá está ela! Soberana das quintas-feiras, depois da Grande Família: a Aline! Uh, uh, xalá lá...

Confesso que alguns dos episódios me lembram pra caramba a Radical Chique. Sabem qual é né. A Andréa Beltrão que fazia. Era no mesmo estilo. E também foi trazida dos quadrinhos pra telinha.

Os roteiros de Aline são jovens. Os textos costumam trazer os dramas, as curiosidades e tudo mais que acerca os 20 e os 20 e poucos anos. E claro: eles usam umas sacadinhas legais. São divertidos até... apesar de que, realmente não é o estilo do que eu curto ver. Mas adorooo a trilha e a abertura! Acho que foram super felizes na criação!

E pra ser sincera: ontem me identifique com a xará!
T P M é bem aquilo ali mesmo. O episódio foi legal. Engraçado. Texto bem feito. Gostei bastante!


Ahhh, e falando em engraçado: uma colega minha de RPM, que sempre confundia o meu nome, agora ela não pára [ééé... grafia antiga mesmo! gosto mais com acento!] de me chamar de Aline. Haha! A justificativa? "É o mesmo nome da do seriado."
Então tá, né!

Uh, uh, xalá lá...

domingo, 18 de outubro de 2009

Apto moderno e original



Adoreiii as ideias desse decorador! Ficou incrível!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Bem-vindo Sr. Novo!

Desde que saí da casa dos meus pais, carreguei junto na bagagem todas as minhas memórias em papel. Trouxe comigo diários, agendas, poemas, versos, músicas, crônicas. Um bando de escritos à tira colo. Muita sentimentalidade, curiosidade e sensibilidade.

Mas aí, veio o tempo... e com a vida de casada batendo à porta, achei que estava na hora de deixar algumas páginas para trás.

E então, ontem, organizando o quarto novo, joguei fora dezenas de papéis antigos. Rasguei inteirinhos os diários que escrevi na pré-adolescência. Picotei agendas de anos anteriores. Me livrei de cartões de visitas de gente que provavelmente nunca vou contatar. Contas antigas. Coisas inúteis. Cartõeszinhos juvenis. Listinhas. Guardanapos com depoimentos e autógrafos. Cadernos com poemas e músicas que eu inventava quando pequena. Envelopes com pétalas de rosas já bem secas que um dia ganhei de quem gostava de mim. Embalagens de bombons. Bilhetinhos. Cartas antigas.

Me reencontrei em cada entrelinha. Mas joguei fora numa boa! E também me desfiz de muita papelada da facul. Foi-se embora cada coisa! Trabalhinhos de primeiro semestre. Roteiros de terceiro. Xerox mil. Páginas com dicas de reportagem, técnicas de entrevista, regras para fotografia, etecetera.

Expulsei o velho para o novo entrar. E aliás: seja muito bem-vindo Sr. Novo!

Nada como uma boa faxina no armário para desocupar gavetas, organizar prateleiras e deixar a gente ainda mais leve!


P.S.: Minha coleção de papéis de carta deu pena de jogar fora. Guardei em uma pasta. Pretendo dar para minha filha - claro, se eu um dia tiver uma; e claro, se ela não julgar "velharia" demais.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

36 m² é pouco espaço? que nada!!



Simplesmente incrível! Amei!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Ideias!!!



Adoroooo essa fase da vida! :D